Lucro é algo que todas as empresas buscam gerar. Mas o que difere as empresas lucrativas das que não são? Uma primeira resposta seria uma gestão financeira que sempre consegue aumentar receitas e reduzir custos e despesas, maximizando o retorno.
Mas há muito mais por trás do resultado financeiro do que dados de receita, custo e lucro: a entrega de produtos e serviços, investimentos, relações, prazos, pessoas, enfim, todo um sistema cuja operação proporciona geração de valor a diversos públicos. O lucro, então, é uma importante medida de sucesso organizacional, mas não deve ser interpretado de forma isolada.
Em conjunto com o lucro, o fluxo de caixa é um importante indicador da saúde da empresa, pois abrange também a gestão de prazos de pagamento e recebimento e investimentos. Expandindo este conceito ao futuro, prazos também são relevantes na avaliação do valor das empresas: o valor de uma empresa é determinado pela sua capacidade de geração de caixa no longo prazo.
Embora este conceito seja claro, é complexo não perde-lo de vista na gestão cotidiana das empresas. Diariamente os gestores tomam diversas decisões de pagamento, investimento, precificação, alongamento de prazos a fornecedores, descontos a clientes... E todas elas apresentam prós e contras, beneficiando determinados prazos, departamentos, clientes, fornecedores, resultados, profissionais, projetos e produtos em detrimento de outros.
Entretanto, decisões que não estão alinhadas com o mercado ou amparadas em uma missão organizacional e em um planejamento de longo prazo, proporcionam uma prosperidade efêmera. Estratégias financeiras agressivas e de curto prazo, quando sobrepoem-se à s organizacionais de médio e longo prazo, trazem vulnerabilidade à empresa, por ficar suscetÃvel a operações especulativas sem uma devida gestão de riscos, fatores macroeconômicos desconhecidos e mal interpretados, fraudes, descasamento de liquidez, baixa capacidade de inovação organizacional e de produtos, desintegração departamental, alta rotatividade de funcionários, sucesso mercadológico efêmero, entre outros muitos.
Por isto, é importante que as empresas pequenas e médias ampliem a noção de gestão financeira para além do contas a receber e a pagar e dos relatórios contábeis, para integrá-la ao planejamento institucional, à leitura do mercado, ao desenvolvimento de produtos e serviços e ao desenvolvimento das pessoas, enfim, às estratégias e ao propósito organizacional como um todo.
Para as grandes empresas e corporações, é essencial que exerçam a gestão financeira como um meio para a geração de valor, mas não como um fim em si mesma, através de ferramentas especulativas de derivativos a descoberto ou priorização constante de um rápido payback em detrimento a um baixo valor presente lÃquido. Uma gestão financeira responsável monitora o potencial e riscos de toda a organização desde o curto ao longo prazo, para que recursos não sejam fatores limitantes da expansão operacional e para que ativos intangÃveis, como a marca, sejam cada vez mais valiosos, impulsionando o valor de mercado das ações.
Equilibrar interesses econômico-financeiros e os organizacionais, o curto e o longo prazo, os públicos internos, externos e o governo, as estratégias para diferentes mercados são desafios que uma gestão financeira responsável enfrenta para alcançar a valorização da empresa e da marca. A busca pelo lucro e pela geração de caixa deve ser, então, um meio para que as operações sejam perenes e cumpram seu objeto social.
Fusões e aquisições, levantamento de recursos, avaliação de empresas e adequação da estrutura de capital são algumas das estratégias e ferramentas pelas quais as empresas podem se fortalecer. Por serem complexas, muitas vezes terceiros auxiliam as empresas na realização destas tarefas. Além de aplicá-las da forma tradicional, a Vallua oferece também abordagem completa ao integrar estas ferramentas com toda organização, alinhando e aproximando as finanças ao planejamento, aos objetivos estratégicos e aos princÃpios (visão, missão e valores) da organização.
lidar com interesses de diversos públicos;
promover a geração de valor sem se tornar um fim em si mesma;
conhecer o valor econômico da operação e de projetos;
reduzir exposição aos riscos de variáveis macroeconômicas;
acesso a capital de curto e longo prazo;
selecionar investimentos adequados ao perfil de risco;
equilibrar estratégias de curto e longo prazo.
diminuir custo de captação de capital com bancos;
aumentar a atratividade da empresa por investidores;
gerar valor no longo prazo;
realizar operações e transações alinhadas à estratégia e ao propósito organizacional;
reduzir exposição da empresa a riscos e imprevistos;
como viabilizadora de projetos das demais áreas da empresa.