Empresas são feitas de indivÃduos. Diariamente, os indivÃduos de uma Organização relacionam-se com os indivÃduos de outras Organizações, como por exemplo, seus clientes, fornecedores, concorrentes, agentes reguladores e governo, representando determinados interesses para, então, gerar valor através de uma compra, venda, parceria, serviços, entre outros.
Neste mesmo processo, cada IndivÃduo pode representar interesses distintos e/ ou divergentes entre si em diferentes situações. A partir desta dinâmica complexa, cuja velocidade se acelera constantemente em nossa época, conflitos não tratados, interesses não considerados e stakeholders não conhecidos são ameaças ao valor de uma companhia. Podem tanto já estar inibindo o desenvolvimento potencial da Organização, ser uma ameaça latente ou representar constantes riscos. O caminho a ser seguido, neste cenário, é traçado pela gestão de stakeholders.
Conhecer o ambiente em que se atua, informar-se sobre os próprios públicos e seus interesses, dialogar e engajar as partes interessadas da Organização é gerir stakeholders e, por consequência, aproximar-se do valor potencial total da Marca.
Uma gestão de stakeholders Ãntegra e contÃnua consolida e constrói relacionamentos sólidos, fortalece a capacidade de resposta a desafios, dá apoio a decisões estratégicas e operacionais, fornece informações e conhecimentos novos e promove um melhor gerenciamento de riscos.
A gestão de stakeholders é um processo que abrange as fases de planejamento, execução, avaliação e integração. Deve ser contÃnua, desenvolvida e aprimorada ao longo do tempo para que os benefÃcios impactem a Organização de forma perene e abrangente.
Percorrido um ciclo completo do processo, a Organização haverá mapeado os seus stakeholders, identificado assuntos crÃticos, priorizado públicos, contatado e dialogado com seus stakeholders, assimilado novas informações, levado feedbacks a seu público e incorporado melhorias à própria gestão.